Velozes e Furiosos 5: diretor e elenco rebatem críticas ao filme, ambientado no Rio
Não é só como cenário que o Rio serve a “Velozes e furiosos 5”, que estreia dia 6 de maio. A polícia, as favelas e o tráfico cariocas surgem na tela como coadjuvantes, só que seus papéis não condizem com a realidade. A violência da cidade aparece de forma exagerada no thriller, que chega ao ponto de colocar a PM como comparsa da banda podre da história. Apesar das belas imagens aéreas, o quinto filme da franquia americana não enaltece em nada a cidade.
— O crime e a violência,
realmente, estão lá, mas não é por causa do Rio em si, e sim porque se
trata de “Velozes e furiosos”, tinha que ser assim — afirma a atriz
Jordana Brester, a Mia da saga, filha de uma brasileira.
O protagonista Vin Diesel (Dom Toretto) se defende, elogiando o trabalho das Unidades de Polícia Pacificadora.
—
Uma salva de palmas para a polícia do Rio — pede ele, antes de
continuar: — A história fala da exploração de favelas, e existem guetos
no mundo todo. Quisemos falar de um homem poderoso (o vilão Reis,
personagem do português Joaquim de Almeida) que corrompe a polícia. Isso
pode acontecer em qualquer lugar.

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