Otaviano Costa e Flávia Alessandra celebram o sucesso e falam de seus desejos para 2010
Durante a sessão de fotos para a TV! TDB, Flávia Alessandra e Otaviano Costa eram puro chamego um com o outro. O casal não se desgruda. E não é para menos. Casados desde outubro de 2006, eles contam que 2009 foi o ano em que conseguiram conciliar suas vidas. “Pela primeira vez pudemos estar nos mesmos lugares, fazer coisas juntos. Antes nossas rotinas estavam totalmente desalinhadas. Ela em uma novela e eu em outro trabalho. Este ano foi gostoso”, comemora o ator.
E não é exagero dizer que 2009 foi o ano da vida dos dois. Na novela ‘Caras & Bocas’, o encostado Adenor caiu no gosto do público, revelou o talento do moço para a comédia e fez Otaviano vencer o estigma do apresentador que acidentalmente se tornou ator. “As pessoas passaram a entender que sou um ator. Comecei a carreira atuando e me tornei apresentador por acaso, porque estava batalhando e as oportunidades foram surgindo. Agora vou levar as duas paixões paralelamente. Nunca mais abandono a atuação”, garante ele, que volta a mostrar sua desenvoltura como comunicador comandando o ‘Show da Virada’, da Globo, direto do Piscinão de Ramos.
Já Flávia chega em dezembro marcando presença em todos os lugares. Como a protagonista Dafne do folhetim das sete, fez sucesso comparável ao da antecessora Alzira, de ‘Duas Caras’. “Pela sinopse eu já imaginava que a novela seria interessante. Mas esse megasucesso me surpreendeu. Quando viajamos, todo mundo fala e até no Projac os colegas dizem que veem”, vangloria-se Flávia. Despida de qualquer personagem e de qualquer roupa, ela também está na capa da ‘Playboy’ deste mês.
Totalmente sem vergonha, no bom sentido. “Não foi mais fácil nem mais difícil do que a primeira vez (ela já tinha posado em agosto de 2006). Fazer ‘Playboy’ não é complicado para mim. Parece doido da minha parte, mas tenho uma relação muito saudável com o nu. Acho o ensaio bonito, sempre achei”, simplifica. Bem, para o maridão, no entanto, as coisas não são tão simples assim.
“Eu sou homem antes de mais nada. Mas da primeira vez foi mais difícil do que agora. Tinha receio de que aquilo pudesse atrapalhar a minha relação com ela. Estava conhecendo a Flávia como profissional e pessoa. Fiquei inseguro com medo dos boatos, das fofocas, da reação da família e da minha própria também. Hoje o processo é outro. A segurança é plena. Somos companheiros, amigos, amantes e acompanhei o processo desde o início”.

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